segunda-feira, 5 de abril de 2010

Dingo Bells de volta ao Vale Doze e Trinta!


A Banda Dingo Bells volta a se apresentar no Vale Doze e Trinta, no dia 13 de abril, às 12:30.

Originária de Porto Alegre, a banda Dingo Bells passou por uma diáspora criativa de um ano por aí, para enfim voltar ao berço no ano de 2008. Formada por Diogo Brochmann (voz/guitarra), Rodrigo Fischmann (voz/bateria) e Felipe Kautz da Silva(voz/baixo), a banda tem como influências principais o rock/psicodelia/soul dos anos 60 e 70 e o estilo irreverente e despretensioso dos artistas que admira desta geração, sempre agregando o que foi feito de bom musicalmente em qualquer época.




O quê? Show da Banda Dingo Bells

Onde? Praça Central do Campus do Vale

Quando? 13/04, às 12:30

segunda-feira, 29 de março de 2010

Abertas as inscrições para o Vale Doze e Trinta!

Se você é cantor(a),ou tem uma banda, inscreva-se no Projeto Vale Doze e Trinta e mostre seu talento para todo o Campus do Vale!
O Projeto pré-seleciona 10 candidatos que vão para votação popular através do nosso site, elegendo os 5 melhores que se apresentarão no segundo semestre de 2010. Para participar o requisito básico é ser aluno da Universidade.

Veja o regulamento completo no site:

http://www.difusaocultural.ufrgs.br/

quarta-feira, 17 de março de 2010

Tonho Crocco abre o Projeto Vale Doze e Trinta 2010

O show do músico Tonho Crocco iniciou as atividades culturais de 2010 no Campus do Vale da UFRGS . O espetáculo reuniu alunos, professores e funcionários da Universidade, que desfrutaram de uma apresentação cheia de ritmo e swing.
Além disso, foi aberto o Edital para a inscrição dos alunos e servidores que desejam se apresentar no segundo semestre desse ano. As incrições estão disponíveis no site: www.difusaocultural.ufrgs.br.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Entrevista com a Banda Reverba Trio

No mês de outubro, o Projeto Vale 12:30 recebeu a Banda instrumental Reverba Trio.
Confira a conversa que tivemos com o vocalista Júlio Cascaes sobre a banda.




Entrevista por Júlia Bertoluci


1. Como foi o início do Reberba Trio?

Júlio - Tudo começou com uma trilha sonora encomendada para o curta-metragem "O Caso do Cantor Desaparecido" (Dir: Rafele Rodrigues), em 2005. Gravei alguns temas instrumentais e, como gostei do resultado, decidi levar o projeto adiante. Lancei em 2006 uma demo solo chamada "Reverba" tocando guitarra, baixo, algumas baterias e programações. O próximo passo era compor mais músicas e encontrar músicos que me acompanhassem. Em 2007, montei o Reverba Trio em São Paulo, onde gravamos o primeiro álbum. Retornei a Porto Alegre, e com nova formação (Julio Sasquat na bateria e Felipe Grimm no baixo) a banda foi para a estrada.



2. Quais são as influências de vocês?

Júlio - A Surf Music instrumental dos anos 60 (Dick Dale, The Ventures, The Sentinals, Shadows) é onde a gente tem nosso foco. Mas gostamos também de música árabe, mexicana, italiana, trilhas de filmes, etc.



3. Vocês acabaram de lançar um disco (literalmente lançaram no Vale 12:30, hehe) do Reverba Trio. Fala um pouco desse trabalho, das escolhas das músicas (que entraram ou que não, no cd)..

Júlio - Muitas já estavam na demo solo que lancei em 2006. Desta vez estão com a pegada de uma banda, mais orgânicas, com peso. As mais recentes tem mudanças bruscas de ritmo (como Alerta) ou enfatizam melodias árabes ou portenhas.



4. Na apresentação o Vale, a formação de vocês era enxuta (bateria, baixo e guitarra). É sempre assim ou, em outros shows, vocês têm acompanhamento de sopros ou algo assim? O que essa formação ajuda e/ou dificulta a composição das músicas?

Júlio - No álbum a gente coloca algumas guitarras a mais ou algumas programações. No palco é trio mesmo. A idéia e essa. É preciso estar bem ensaiado, ter segurança nas músicas e aumentar o volume.



5. Na conversa de camarim, vocês comentaram do ótimo momento em que está a música instrumental. Gostaria que vocês falassem um pouco desse momento, e o que fatores ajudaram a construir esse momento?

Júlio - É um momento de reconstrução. Porto Alegre sempre teve gerações de músicos talentosos. O problema era os espaços e a falta de veículos para comunicar. A Internet nos salvou nesse aspecto. Temos ampla comunicação com várias bandas brasileiras e internacionais, e estamos sempre em contato, montamos grupos de discussão, enfim, sempre atualizando questões básicas, fazendo shows (muito importante) e utilizando o maior número de veículos digitais de comunicação.



6. Vocês já fizeram trilhas de filme ou desenho de som pra filme?

Júlio - "Onde Estará Wander" foi trilha do curta "O Caso do Cantor Desaparecido" (Direção: Rafael Rodrigues - Low Filmes); ela foi composta em outras versões e durações variadas, para adaptar-se a algumas cenas. Posteriromente, foi feito um clip para a banda, utilizando as cenas do curta metragem;
"Estelionato em Casablanca" virou um clip
A música "Reverba" foi trilha do vídeo de mesmo nome, com direção de Vitor Rypl (2007);
"Túnel Verde" foi trilha do vídeo "Replicantes 2007"
e ainda:
"Nueva Rosita" e "Pampa de Las Salinas" eram tocadas nos shows da Pata de Elefante;
A música "O Tintureiro" foi utilizada como base para uma nova canção de Júpiter Maçã, que passou a chamar-se "Gregorian Fish"



7. Vocês já têm outros shows marcados ou novos projetos?

Júlio - Sim, sempre. Gravação de novo clip e gravação de novo álbum até o final do ano, com lançamento em março de 2010.
Agenda:
20/11 - Festival de Blues do Mississippi Blues Bar (Caxias)
21/11 - Fundação Ecarta - Porto Alegre, sábado, 18:00


Mais informações: www.myspace.com/reverbatrio

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Show da Banda Reverba Trio

Confiram o vídeo e as fotos da apresentação da Banda Reverba Trio, no projeto Vale 12:30, dia 19 de outubro.










sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Falsa Valsa

No dia 14 de setembro, a banda recém-formada Falsa Valsa fez seu primeiro show no Vale Doze e Trinta. Confira abaixo a entrevista que fizemos após o show!

Entrevista por Júlia Bertolucci


1- Como vocês se conheceram e formaram a Falsa Valsa?

Augusto: A banda se formou por acaso, sem muitos planos. Na verdade, as nossas músicas gravadas vêm de uma experiência pessoal minha, quando resolvi registrar umas composições que eu tinha feito, não "aceitas" em outra banda da qual eu fazia parte e por essa e outras razões pulei fora. Quando me vi sem banda e algumas músicas na mão, gravei, sem mais grandes planos. Então saí divulgando esses sons em myspace e orkut. Um pessoal conhecido ouviu e gostou, e começaram a pedir shows.
Então convidei minha colega de faculdade Paula, a qual eu sabia há algum tempo que tocava bateria e também estava sem banda. Ela topou se juntar comigo e procurar o resto da banda. o Carlos, baixista, era de um outro pessoal que se juntou planejando tocar essas mesmas músicas que eu havia gravado, mas não dera certo. Ou seja, já houve uma tentativa anterior de "colocar em prática" a "banda" Falsa Valsa. Mas dessa primeira tentativa só sobrou o Carlos. Quando a Paula topou tocar comigo, retomei contato com o Carlos, e ele entrou. Desde então, passamos a ensaiar os três.

2- Durante o show, tu falaste que o Vale Doze e Trinta foi a primeira apresentação da banda. E como foi?

Augusto: Primeira apresentação e primeira grande motivação da banda. Isso porque quando nos juntamos eu, Paula e Carlos, passamos a ensaiar com certa regularidade, mas sem grandes metas ou organização. No verão de 2009 paramos de ensaiar. Houve um relativo hiato, até surgir o Vale Doze e Trinta. Quando vimos que poderíamos ser sorteados, retornamos os contatos e voltamos a ensaiar com mais organização. Sabíamos tocar apenas 4 músicas, por aí.

Então fomos selecionados pro show no Vale. Agora era pra valer. Nos reuníamos 2x por semana em casa e em estúdio, e fomos ensaiando, num intervalo de 2 meses pra conseguir fechar repertório pra show. Acabamos conseguindo 11 músicas e fizemos um bom show. Finalmente nos sentimos uma banda. Há um certo sentimento de "virgindade" em um grupo que fica só no ensaio. Nem mesmo o lançamento de CD faz de um grupo uma banda.

Carlos: Esse show nos confirmou o que já acreditávamos: Nossa banda tem muito potencial. Sentimos que o público gostou das músicas e também que houve empatia entre nós e o público. Foi um grande estímulo para dar seguimento à banda, finalização do CD e posterior divulgação em shows.

3 - O Vale tem características bem próprias, como o ambiente acadêmico e ser ao ar livre. Isso muda alguma coisa na hora de se apresentar?

Augusto: muda a atenção do público para a banda. As pessoas, num ambiente acadêmico, podem ser mais intolerantes com certas dissonâncias e erros que passariam em branco num show à noite, em casa propícia pra isso, onde todos estão mais soltos. Por isso, ficamos um pouco mais nervosos, é mais complicado de cativar. Mas penso que a postura de uma banda deve ser a mesma coisa sempre. Ofereceremos o mesmo na faculdade, num pub ou na garagem de casa. Lidar com todas as disposições de público possíveis é muito importante, e o Vale dá uma oportunidade interessante de diversidade.

4- Quais as influências da banda?

Augusto: a Falsa Valsa nasce em outra fase de cada integrante, de busca por expandir influências e formas de se expressar. Algo a ver com minha busca é a fase pós-punk do rock. Muitas bandas daí influenciam, como The Cure, The Smiths, The Police, The Clash, esta última ainda meio engajada liricamente, mas que fez muito punk-rocker dançar disco music. Incluo também Cascavelletes e Graforréia Xilarmônica, além de literatura, como Goethe, Charles Baudelaire, Edgar Allan Poe, Hemingway e James Joyce.

Paula: acrescento Beatles, Beach Boys...

Carlos: Black Sabbath, Deep Purple, Funkadelic, Rage Against the Machine, Pixies, James Brown, B. B. King, Sepultura e Martinália...

5- Podes falar um pouco sobre o processo criativo de vocês? Como são feitas as composições?

Augusto: bem, o que anda funcionando é eu trazer o compasso e dar cores ao "grosso" do instrumental, e buscando alguma letra (assunto) que seja induzida pela melodia. Depois, o baixo e a batera são melhor definidos nos ensaios, com o Carlos e a Paula. Na composição, tento me afastar de idéias mais "canônicas" de rock, como o rock americano, o folk dylanesco. Nosso som tem influências e base, claro, do jazz e rock, mas o foco está em sonoridades mais européias, como música de cabaré, polca, valsa, flamenco e outros "folks" de lá. Como se vê, a exclusividade também não é o popular, não abraçamos causas, por isso mergulhamos no erudito também, tudo pelos ritmos. Essa "colagem" de influências aparentemente distantes, e com letras num português mais gaúcho, é que está dando a cara pro nosso som. Um ponto também importante é que somos entre três na banda, um power trio que executa acordes razoavelmente simples, mas que pode ter esse fundo "estrangeiro" e ao mesmo tempo bem "nosso".

6- No show de vocês, tinha bastante parentes da banda, não é? O que eles acharam!?

Carlos: Eles adoraram! Minha mãe ouve bastante as músicas no myspace, e já tinha mostrado pra minhas tias também, que são fãs incondicionais.

Paula: Meus pais gostaram bastante do show.

7- Já têm novos planos e/ou shows marcados?

Carlos: no último fim de semana, fizemos gravações das baterias de algumas músicas. estamos finalizando um CD, e pretendemos largar ele na mão do pessoal da maneira mais simples possível, inclusive gratuitamente. Assim que o CD for finalizado, vamos procurar locais para shows. Não será fácil, pois teremos que arcar com custos de divulgação, aluguel de equipamento e produção em geral. Aliás, alguma dica de local para show? :)


Falsa Valsa é

Augusto Darde (voz e guitarra)
Paula Malaszkiewicz (bateria)
Carlos Kuhn (baixo)

www.myspace.com/falsavalsa


quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Falsa Valsa no Vale 12e30







Fotos do show da banda Falsa Valsa, no dia 14/09, no Campus do Vale da UFRGS.